domingo, 9 de julho de 2017
sexta-feira, 7 de julho de 2017
quarta-feira, 5 de julho de 2017
Proposta da Intervenção
A proposta do nosso grupo era de fazer com que os elementos da área de passagem, ou seja, o beco fossem percebidos por quem passava, pois, no tempo que ficamos no local, foi percebido que as pessoas apenas passavam sem prestar atenção. Para isso a intenção era de cobrir esses elementos para que as pessoas sentissem falta desses componentes e que, por meio de luzes controladas pelo Arduíno colocadas neles, a atenção fosse chamada para era falta.
Além disso, ainda na parte do beco, pretendíamos destacá-lo como local de passagem, por isso, o jogo de sobras com o holofote e o projetor.
Para contrastar com a área de passagem, na área mais aberta o grupo queria destacar o potencial que ela possui de ser um local de permanência mesmo ainda não o sendo. Por isso, propusemos uma forma de permanência ativa na qual, por meio dos planos de barbante, as pessoas interagissem com os elementos e ficassem mais tempo no local.
Além disso, ainda na parte do beco, pretendíamos destacá-lo como local de passagem, por isso, o jogo de sobras com o holofote e o projetor.
Para contrastar com a área de passagem, na área mais aberta o grupo queria destacar o potencial que ela possui de ser um local de permanência mesmo ainda não o sendo. Por isso, propusemos uma forma de permanência ativa na qual, por meio dos planos de barbante, as pessoas interagissem com os elementos e ficassem mais tempo no local.
Apropriação do espaço
Existem várias formas de apropriar o espaço e sempre são inventadas novas maneiras de fazê-lo. Foram estudadas algumas formas dessa relação com o espaço. São elas Parkour, Deriva, Flaneur, Rolezinhos, Flash mob e Skateboarding (Iain Borden).
Todas elas possibilitam uma percepção diferente do meio e cada uma possui uma singularidade, sendo elas muito distintas entre si.
A Deriva e o Flaneur são os mais antigos. Eles são bem semelhantes ao passo que consistem em vagar sem rumo pelo espaço se deixando levar, mas o foco de cada um permite a diferenciação. Enquanto um foca na mudança do indivíduo em um âmbito mais íntimo e psicológico, o outro foca no próprio espaço e nas influências que ele promove sobre o indivíduo.

O Parkour e o Skateboarding (Iain Borden) são formas mais recentes de utilizar o espaço. Ambos propõem uma maneira pouco usual de transpor barreiras, uma com o próprio corpo e outra com um skate. Nessas atividades, há uma outra forma de perceber o espaço, um lugar que, para a maioria, se mostra indiferente ou cotidiano para os praticantes se mostra um novo desafio, uma nova nova manobra. O Parkour leva essa questão mais ao extremo, os praticantes desafiam os limites não apenas do espaço como do próprio corpo, além disso é interessante destacar uma vertente do Parkour que se propõe desafiar os tetos, principalmente de prédios. Por conta disso, essas pessoas percebem a cidade de um outro ângulo, um nível bem acima do cotidiano.
Outras formas de apropriação são o Flash Mob e os Rolezinhos. Uma questão interessante é que o desenvolvimento dos dois foi, de certa forma, contrario. Enquanto os Flash Mobs começaram com um intuito mais social e transformador de forma sutil, como colocar dinheiro dentro das bolsas invés de roubá-las, e em seguida foi se tornando algo banal, como pessoas de repente parando na rua e dançando, os Rolezinhos seguiram uma lógica contrária. Eles começaram com uma grande mobilização de centenas de pessoas por meio das redes sociais no intuito de ir ao shopping para realmente "dar um rolê", para passear, entretanto devido à reação dos seguranças e lojistas essa se tornou uma forma de protesto e de manifestação social a cerca da exclusão de certos grupos da sociedade.
Portanto, essas atividades servem como inspiração e como maneira de mostrar que existem diferentes mundos a serem levados em consideração, sem contar que há uma relação estreita com o espaço. Ele um dos meios pelo qual as pessoas podem se expressar, tudo acontece nele.
quinta-feira, 29 de junho de 2017
Processo de desenvolvimento do objeto
Esse foi o objeto que deu início ao processo construído durante o primeiro período. Ele é composto por duas hastes e nelas são penduradas várias armações de tamanhos e formatos variados que podem girar e adquirir a conformação apresentada na foto.
Essa é primeira tentativa de acrescentar eletrônica no objeto. Ele deixa de ser usado individualmente nessa fase e passa a depender de duas pessoas. A parte eletrônica consiste em luzes de led em duas armações e em um sensor de luz em uma de modo que a aproximação de uma armação afeta na intensidade da luz da outra.
Esse é o objeto final que possui uma estrutura retrátil de madeira e também depende de duas pessoas. Sua principal mudança em relação ao objeto anterior, além da estrutura, é na parte eletrônica. Invés das armações se moverem horizontalmente elas fazem um movimento de rotação que varia, por meio de um potenciômetro, uma pequena placa de três led's.
A ideia inicial era de mostrar uma reflexão a cerca das diferentes visões de mundo que as pessoas tem, isso seria causado pelas armações distintas e pelas diferentes lentes. Entretanto, o objeto acabou se tornando muito finalístico e pouco programático e, apesar de haver um potencial em relação à interação que ele promove entre os usuários, ela poderia ter sido mais explorada. Portanto, salvo o curto prazo, as dificuldades e o que poderia ter sido feito de um jeito melhor, o processo de construção desse objeto foi uma experiência muito enriquecedora e é o que se deve destacar de todo o projeto.
Essa é primeira tentativa de acrescentar eletrônica no objeto. Ele deixa de ser usado individualmente nessa fase e passa a depender de duas pessoas. A parte eletrônica consiste em luzes de led em duas armações e em um sensor de luz em uma de modo que a aproximação de uma armação afeta na intensidade da luz da outra.
Esse é o objeto final que possui uma estrutura retrátil de madeira e também depende de duas pessoas. Sua principal mudança em relação ao objeto anterior, além da estrutura, é na parte eletrônica. Invés das armações se moverem horizontalmente elas fazem um movimento de rotação que varia, por meio de um potenciômetro, uma pequena placa de três led's.
A ideia inicial era de mostrar uma reflexão a cerca das diferentes visões de mundo que as pessoas tem, isso seria causado pelas armações distintas e pelas diferentes lentes. Entretanto, o objeto acabou se tornando muito finalístico e pouco programático e, apesar de haver um potencial em relação à interação que ele promove entre os usuários, ela poderia ter sido mais explorada. Portanto, salvo o curto prazo, as dificuldades e o que poderia ter sido feito de um jeito melhor, o processo de construção desse objeto foi uma experiência muito enriquecedora e é o que se deve destacar de todo o projeto.
Evento cultural: Apresentação e palestra sobre canto coral
No dia 20 de junho de 2017 assisti a uma palestra/concerto da instituição Coral Canarinhos de Itabirito, no teatro Izabela Hendrix.
A palestra apresentada tinha o intuito de mostrar o funcionamento dessa instituição sem fins lucrativos levando em conta certas especificidades que o canto coral possui, já que grande parte do público presente era de alunos do curso de música da própria faculdade. Isso é interessante porque evidencia certos desafios enfrentados por um projeto desse tamanho (200 alunos com aulas de canto, instrumentos e musicalização), mostra também que estratégias o grupo utiliza para garantir recursos e como funciona a lei de incentivo à cultura para esses casos.
Além disso, foi feita uma abertura para perguntas que, juntamente com a palestra e com o próprio concerto, possibilitou a visualização de todo um processo essencial para que o grupo conclua seus objetivos e evolua cada vez mais. Assim como os projetos de AIA, sempre tem como fazer melhor.
A palestra apresentada tinha o intuito de mostrar o funcionamento dessa instituição sem fins lucrativos levando em conta certas especificidades que o canto coral possui, já que grande parte do público presente era de alunos do curso de música da própria faculdade. Isso é interessante porque evidencia certos desafios enfrentados por um projeto desse tamanho (200 alunos com aulas de canto, instrumentos e musicalização), mostra também que estratégias o grupo utiliza para garantir recursos e como funciona a lei de incentivo à cultura para esses casos.
Além disso, foi feita uma abertura para perguntas que, juntamente com a palestra e com o próprio concerto, possibilitou a visualização de todo um processo essencial para que o grupo conclua seus objetivos e evolua cada vez mais. Assim como os projetos de AIA, sempre tem como fazer melhor.
Evento cultural: Tenores in concert
No dia 31 de maio de 2017 assisti a uma apresentação do grupo de cantores líricos Tenores In Concert, no teatro SESIMINAS, convidado pela Orquestra de Câmara Sesiminas.
Foi um evento muito interessante porque os cantores apresentaram músicas de óperas importantes como é o caso de Va Pensiero da ópera Nabucco, músicas de cantores líricos reconhecidos como Con Te Partirò de Andrea Bocelli e músicas com um caráter mais popular como Volare de Gipsy Kings.
Outro aspecto que eu particularmente achei muito interessante foi encontrar na plateia pessoas de todas as faixas etárias. Isso acaba chamando atenção porque nos eventos desse gênero, que eu havia frequentado pelo menos, não havia muitos jovens e crianças.
O único aspecto que me incomodou foi a falta de obras brasileiras no repertório. O brasil possui um acervo musical muito rico que pode e deve ser muito explorado. Apesar disso, tanto o grupo quanto a orquestra emocionaram a plateia com sua performance.
Foi um evento muito interessante porque os cantores apresentaram músicas de óperas importantes como é o caso de Va Pensiero da ópera Nabucco, músicas de cantores líricos reconhecidos como Con Te Partirò de Andrea Bocelli e músicas com um caráter mais popular como Volare de Gipsy Kings.Outro aspecto que eu particularmente achei muito interessante foi encontrar na plateia pessoas de todas as faixas etárias. Isso acaba chamando atenção porque nos eventos desse gênero, que eu havia frequentado pelo menos, não havia muitos jovens e crianças.
O único aspecto que me incomodou foi a falta de obras brasileiras no repertório. O brasil possui um acervo musical muito rico que pode e deve ser muito explorado. Apesar disso, tanto o grupo quanto a orquestra emocionaram a plateia com sua performance. Diferença entre roupa e arquitetura: parágrafo complementar
Após muitas discussões sobre o tópico com os professores e os alunos de arquitetura, foi chegada a uma conclusão. As duas principais diferenças entre roupa e arquitetura são a questão temporal, já que as mudanças no meio da moda são muito mais rápidas e efêmeras e na arquitetura, por mais que haja sim mudança das tendências, o surgimento de um novo estilo é muito mais demorado, principalmente pelo seu caráter mais fixo e imóvel. E a questão social, pois a arquitetura apresenta um convite à interação interpessoal muito mais efetivo e possui uma maior abrangência social, a roupa, por mais que também permita a interação é algo muito mais individual.
segunda-feira, 29 de maio de 2017
Evento cultural: Entre nós - A figura humana
No dia 5 de Maio visitei a exposição Entre Nós no prédio CCBB. A exposição reúne obras de artistas renomados como Candido Portinari, Pablo Picasso, Anita Malfatti, Diego Rivera, Vincent van Gogh, Francisco Goya, entre outros.

A exposição do acervo do MASP proporciona a oportunidade de ter contato com obras de artistas relevantes, tanto nacionais como internacionais, ela permite também a observação mais detalhada dessas obras, explicitando a diferença entre a visualização ao vivo e a visualização digital.

quarta-feira, 3 de maio de 2017
Evento cultural: Espetáculo Como Nossos Pais
No dia 9 de Abril de 2017 assisti a uma apresentação do Coro Cênico da Associação Coral Canarinhos de Itabirito, em Itabirito-MG. A performasse consiste na reprodução de músicas da época da ditadura militar no Brasil, com um enfoque na música Como Nossos Pais.


O objetivo é manter vivo na memória dos brasileiros esse período de restrição política, violência por parte do estado e repressão da liberdade de expressão no intuito de impedir que isso aconteça novamente.
O espetáculo é composto por várias músicas da época que representam o desejo de libertação e a luta contra a ditadura como Cálice de Chico Buarque e Sem lenço sem documento de Caetano Veloso.
A performasse é bem marcante e traz a tona questões que não podem ser esquecidas por meio de um teatro musical.


O objetivo é manter vivo na memória dos brasileiros esse período de restrição política, violência por parte do estado e repressão da liberdade de expressão no intuito de impedir que isso aconteça novamente.
O espetáculo é composto por várias músicas da época que representam o desejo de libertação e a luta contra a ditadura como Cálice de Chico Buarque e Sem lenço sem documento de Caetano Veloso.
A performasse é bem marcante e traz a tona questões que não podem ser esquecidas por meio de um teatro musical.
segunda-feira, 1 de maio de 2017
Evento Cultural: Festival Som Plural
Nos dias 29 e 30 de Abril de 2017 assisti ao festival Som Plural em Itabirito-MG. Nele se apresentaram bandas de várias partes do país que foram selecionadas a partir de músicas autorais enviadas pelas bandas interessadas.O objetivo do festival é revelar novos talentos por meio de um concurso com prêmios de primeiro, segundo e terceiro lugar, melhor intérprete e melhor letra.
Abanda ganhadora do primeiro lugar foi Cachaça com Arnica com a música “Pensava que não ia mais sofrer”. Esse grupo de Samba é um dos mais respeitados da cidade de Itabirito e já foi premiado anteriormente. O evento contou também com a presença da banda Falcatrua e do cantor Erasmo Carlos. Esse tipo de evento é importante para a valorização da música brasileira e para o incentivo à cultura e um ganho para a própria cidade.
Seminário de Design e Interação: Sendbox
Outra obra escolhida pelo grupo foi Sendbox de Rafael Lozano. Ela é constituída de duas pequenas caixas de areia onde são projetadas pessoas que se encontram em uma praia, igualmente, o que acontece nessas caixas de areia é projetado na areia da praia.
Esse projeto mostra interações entre pessoas que se encontram em planos distintos, assim há a criação de um terceiro espaço compartilhado pelos dois tipos de usuário. Esse é um exemplo de como a tecnologia (projetores e câmeras) pode ser usada como facilitador de relações e como objeto virtual, uma vez que ele não é acabado, quem o utiliza que completa e finaliza sua natureza. A estrutura necessita de pessoas para entrar em funcionamento, sem isso ela não faz sentido. Além disso, as interações e ações que os indivíduos realizam não são previstas, há uma gama de reações possíveis e isso torna a obra programática e construtiva pois proporciona um nível alto de experimentação.
Esse projeto mostra interações entre pessoas que se encontram em planos distintos, assim há a criação de um terceiro espaço compartilhado pelos dois tipos de usuário. Esse é um exemplo de como a tecnologia (projetores e câmeras) pode ser usada como facilitador de relações e como objeto virtual, uma vez que ele não é acabado, quem o utiliza que completa e finaliza sua natureza. A estrutura necessita de pessoas para entrar em funcionamento, sem isso ela não faz sentido. Além disso, as interações e ações que os indivíduos realizam não são previstas, há uma gama de reações possíveis e isso torna a obra programática e construtiva pois proporciona um nível alto de experimentação.
Seminário de Design e Interação: Light Creature
Uma das obras escolhidas pelo grupo foi a Light Creature de Guto Requena. Ela consiste em um edifício, localizado em uma das Avenidas de São Paulo, revestido com placas de Luz de LED que se acendem em sincronia com o som dos carros ou com um aplicativo de celular. A cor das luzes varia de acordo com a qualidade do ar.
Após discussões concluímos que o projeto, apesar de possuir tecnologia e de ser titulado como interativo, é bem limitado. Além de essa ideia já existir em um contexto mais apropriado, a interação com as pessoas não é feita de forma construtiva e virtual, o objetivo é simplesmente proporcionar mais cor para a cidade sem acrescentar nada à vida de quem passa pelo prédio. O edifício pode ser usado para explicar como ser digital não implica necessariamente em ser virtual ou interativo.
Após discussões concluímos que o projeto, apesar de possuir tecnologia e de ser titulado como interativo, é bem limitado. Além de essa ideia já existir em um contexto mais apropriado, a interação com as pessoas não é feita de forma construtiva e virtual, o objetivo é simplesmente proporcionar mais cor para a cidade sem acrescentar nada à vida de quem passa pelo prédio. O edifício pode ser usado para explicar como ser digital não implica necessariamente em ser virtual ou interativo.
domingo, 30 de abril de 2017
Pergunta do Grupo
A interação objeto- pessoa pode não ser considerada um obstaculo, assim como o objeto intermediando a interação pessoa-pessoa?
Existem objetos interativos que por si só diminuem sua obstacularidade proporcionando às pessoas que os utilizam algum tipo de ganho experimental, como é o caso do objeto Óculos da concretista Lygia Clark. Esses objetos representam menos obstáculos do que um que tenta relacionar duas ou mais pessoas, mas não é bem sucedido.
Entretanto acredito que o potencial de um objeto que funciona como intermediário e facilitador da interação pessoa-pessoa, como o objeto Diálogo: óculos, também de Lygia Clark, é maior que a de um objeto limitado a apenas um usuário. Isso poque nesses casos o elemento que se destaca é a interação entre os indivíduos e não a relação entre indivíduos e objeto.
Existem objetos interativos que por si só diminuem sua obstacularidade proporcionando às pessoas que os utilizam algum tipo de ganho experimental, como é o caso do objeto Óculos da concretista Lygia Clark. Esses objetos representam menos obstáculos do que um que tenta relacionar duas ou mais pessoas, mas não é bem sucedido.
Entretanto acredito que o potencial de um objeto que funciona como intermediário e facilitador da interação pessoa-pessoa, como o objeto Diálogo: óculos, também de Lygia Clark, é maior que a de um objeto limitado a apenas um usuário. Isso poque nesses casos o elemento que se destaca é a interação entre os indivíduos e não a relação entre indivíduos e objeto.
sexta-feira, 28 de abril de 2017
Evento cultural: Incerteza Viva
No dia 30 de Março de 2017 visitei a exposição da 32ª Bienal de São Paulo - Incerteza viva que contém projetos de 20 artistas de 11 países, montada no Palácio das Artes.
Cada artista trabalha sob uma lógica diferente e pessoal. Os trabalhos apresentam críticas sociais como a visão da mulher e do negro na sociedade, apresentam também elementos culturais como a comunidade indígena e suas crenças/lendas.
Um ponto positivo dessa bienal é o fato de ela ser itinerante o que permite que mais pessoas tenham acesso a artistas nacionais e internacionais que retratam sua cultura de modo singular.
Cada artista trabalha sob uma lógica diferente e pessoal. Os trabalhos apresentam críticas sociais como a visão da mulher e do negro na sociedade, apresentam também elementos culturais como a comunidade indígena e suas crenças/lendas.
Um ponto positivo dessa bienal é o fato de ela ser itinerante o que permite que mais pessoas tenham acesso a artistas nacionais e internacionais que retratam sua cultura de modo singular.
Evento cultural: Los carpinteros
No dia 23 de Março de 2017 visitei a exposição no CCBB (prédio pertencente ao Circuito Cultural da Praça da Liberdade) Objeto Vital de Los Carpinteros. Os artistas cubanos exploram os objetos e suas funções de modo que haja uma resignificação, alguns exemplos são a parede revestida por xícaras e os chinelos com alto relevo.
As obras e a arquitetura também foram usadas para fazer crítica e apelo social de uma forma bem humorada. Isso acontece em esculturas como a lixeira feita de carrinho de compras e em quadros como os de madeira que retratam a escravidão.
A exposição foi bem interessante, as obras são bem trabalhadas e bem feitas, o engajamento social é um caráter que enriquece o trabalho e os artistas não ficam presos no âmbito social, as obras são bem variadas e abrigam muitos assuntos e essências.
As obras e a arquitetura também foram usadas para fazer crítica e apelo social de uma forma bem humorada. Isso acontece em esculturas como a lixeira feita de carrinho de compras e em quadros como os de madeira que retratam a escravidão.
Algumas de suas obras trabalham com sensações, como é o caso dos elementos que "derretem" e "amolecem". Nesse contexto o mais impactante, na minha opinião, foi o conjunto de instrumentos "derretendo" que pode representar a sensação que temos ao ouvir as músicas que mais gostamos ou a capacidade que a música tem de "amolecer" as pessoas.
A exposição foi bem interessante, as obras são bem trabalhadas e bem feitas, o engajamento social é um caráter que enriquece o trabalho e os artistas não ficam presos no âmbito social, as obras são bem variadas e abrigam muitos assuntos e essências.
segunda-feira, 24 de abril de 2017
Assinar:
Postagens (Atom)








































